UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA A DISTÂNCIA – PEAD
EIXO V – INTERDISCIPLINA SEMINÁRIO INTEGRADOR V
PROJETO DE APRENDIZAGEM
FOTOGRAFIA
ATRAVÉS
DOS
TEMPOS
COMPONENTES DO GRUPO
Loiva Beatriz Menger Ribeiro
loivabmenger@gmail.com
Marisete Silveira dos Santos
marisetessantos@gmail.com
Elaine Maria Chaves Menger
elainemenger@gmail.com
Maria Cristina G. S. Bauer
cristinabauer@gmail.com
PROJETOS DE APRENDIZAGEM
Depois do encontro presencial do dia 13/10 nosso grupo redirecionou o projeto de aprendizagens. Com os novos entendimentos mudamos nosso foco, que deixou de ser a história da fotografia e passou a ser a história de Arroio Teixeira. Para tanto mudamos nossa pergunta central, nossas certezas e dúvidas e construímos um novo mapa.
Pergunta central: “O QUE PODEMOS RESGATAR DA HISTÓRIA DE ARROIO TEIXEIRA ATRAVÉS DE FOTOGRAFIAS.”
Certezas provisórias:
Arroio Teixeira é um balneário do Litoral Norte que recebe pessoas de outras cidades para visita e veraneio.
Estas pessoas costumam registrar suas visitas e veraneio no litoral.
Os trajes de banho modificaram através dos tempos.
As pessoas se preocupam em fotografar o maior foco possível do espaço fotografado em detrimento das pessoas.
As fotos mais antigas eram tiradas na beira mar.
Dúvidas temporárias:
Quem era e de onde vinham os visitante e veranistas fotografados?
Onde e quando as pessoas costumavam fotografar?
O que estas fotografias registram sobre os trajes de banho?
O que estas fotografias registram sobre as poses preferidas dos fotografados?
RELATÓRIO DA PESQUISA FEITA SOBRE A HISTÓRIA DE ARROIO TEIXEIRA ATRAVÉS DA FOTOGRAFIA.
Os Projetos de Aprendizagem nasceram de uma bateria de perguntas que fizemos individualmente.
Em grupos escolhemos uma pergunta analisando se era produtiva e se propiciaria fazer uma pesquisa.
Meu grupo escolheu a pergunta: Como se fez a primeira fotografia? Por orientação da profª Marie Jane, tentamos relacioná-la ao resgate da história de Arroio Teixeira através de fotos antigas. A temática é como se deu a evolução da fotografia através dos tempos na praia de Arroio Teixeira.
Criamos o grupo para este estudo no webfólio do Rooda
Depois de algumas discussões no grupo, percebemos que ainda não havíamos encontrado um foco realmente interessante para a pesquisa.
A partir de encontros com o grupo, novos rumos foram sendo tomados, mas sempre sem uma definição e sem sucesso.
Construímos nosso primeiro mapa conceitual usando a pergunta sem definirmos os conceitos, depois da aula presencial, nosso grupo, encontrou novos rumos, começamos a entender melhor a construção do mapa conceitual, apesar de não nos interarmos muito bem dos conceitos, mas luzes no fundo do túnel apareceram. Definimos nos concentrar na pesquisa do resgate das memórias e histórias de Arroio Teixeira através da fotografia.
Nosso mapa então tomou novos rumos de acordo com o que deixamos alinhavado.
Criamos um fórum para facilitar nossa troca de idéias. Mesmo que nosso grupo trabalhe na mesma escola, não dispõem de tempo para conversar sobre o projeto, mas o fórum facilitou este andamento.
Entramos em contato através do orkut com o filho de uma veranista que veraneia em Arroio Teixeira há mais de 50 anos e possui um álbum fotográfico riquíssimo de registros dos veraneios e junto relatos de fatos que contribuirão para nossa pesquisa.
Estivemos em contato com as fotografias e ouvimos alguns relatos, infelizmente o tempo da informante não nos possibilitou esperar uma oportunidade de poder escanear às fotos por ser um feriado e não dispormos desta tecnologia.
Ela voltou para Porto Alegre comprometida em nos enviar as fotos por e mail. Aguardamos dois finais de semana, nos informou que traria em CD e continuamos esperando.
Considerações Finais
Trabalhar projetos de aprendizagem na proposta apresentada pela interdisciplina do Seminário Integrador e Projetos em Ação, foi uma novidade e também um desafio. Entender que a atividade tem o objetivo de nos apropriar de uma metodologia levou algum tempo, como estávamos muito preocupadas com o resultado da pesquisa, não conseguíamos nos dedicar ao processo da construção do projeto. Nossas certezas sempre respondiam nossas dúvidas, isso é uma evidência da nossa urgência de chegar a um resultado final. Estamos mais conscientes de que temos sim, que chegar a uma conclusão, ou não, mas que não podemos saber o resultado antes de realizar o processo, e que, este pode nos levar à descobertas bem diferentes das nossas certezas ou até não chegarmos a nenhuma certeza. Trabalhar com autoria de uma pesquisa está sendo um desafio grande, nossas dificuldades também são grandes. Atribuímos essas dificuldades a falta do exercício e nossa resistência ao novo. Estamos muito presos as consultas bibliográficas, não nos sentindo capazes de montar a nossa própria tese sobre um determinado tema embasado numa pesquisa de nossa autoria. Não avançamos muito na construção do projeto por toda essa desacomodação que está nos provocando, mas acreditamos que isso faz parte do conflito e que precisamos de mais tempo para acomodá-las. Temos claro que precisamos evoluir na compreensão dos conceitos e também evoluir na pesquisa, o desafio de ir para a rua, sair das quatro paredes.
Entendemos que a proposta é de nos apropriarmos de uma nova metodologia como uma alternativa de trabalho em sala de aula. Uma proposta que possibilita construir aprendizagens contemplando os diferentes interesses que nos deparamos no dia a dia das nossas salas de aula. Contemplar aprendizagens numa escola na diversidade que se apresenta, hoje, é o grande desafio. Vemos na metodologia apresentada uma alternativa possível.
RELATÓRIO DA PESQUISA FEITA SOBRE A HISTÓRIA DE ARROIO TEIXEIRA ATRAVÉS DA FOTOGRAFIA.
Os Projetos de Aprendizagem nasceram de uma bateria de perguntas que fizemos individualmente.
Em grupos escolhemos uma pergunta analisando se era produtiva e se propiciaria fazer uma pesquisa.
Meu grupo escolheu a pergunta: Como se fez a primeira fotografia? Por orientação da profª Marie Jane, tentamos relacioná-la ao resgate da história de Arroio Teixeira através de fotos antigas. A temática é como se deu a evolução da fotografia através dos tempos na praia de Arroio Teixeira.
Criamos o grupo para este estudo no webfólio do Rooda.
Depois de algumas discussões no grupo, percebemos que ainda não havíamos encontrado um foco realmente interessante para a pesquisa.
A partir de encontros com o grupo, novos rumos foram sendo tomados, mas sempre sem uma definição e sem sucesso.
Construímos nosso primeiro mapa conceitual, que ficou assim:
Nossas dificuldades foram de toda ordem, não tivemos entendimento do uso da ferramenta, mas especialmente, não definimos os conceitos, ficou um horror. Mesmo depois dos comentários enviados, não evoluímos na construção dos conceitos. Foi a partir da aula presencial que ficou mais claro, então nos envolvemos na construção do nosso segundo mapa que ficou assim:
Evoluímos no uso da tecnologia, nosso segundo mapa ficou mais bonito, mas também evoluímos na definição dos conceitos, que definem nossa pesquisa.
Decidimos nos concentrar na pesquisa do resgate das memórias e histórias de Arroio Teixeira através da fotografia, e abandonamos a idéia de pesquisar a história da fotografia.
Nossa pergunta central passou a ser: “O que podemos resgatar da história de Arroio Teixeira através da fotografia?”
Elaboramos novas certezas e dúvidas para dar início e direcionar nossa pesquisa. Descobrimos a partir dos comentários que nossas certezas já respondiam nossas dúvidas não servindo para dar evolução ao trabalho. Ainda continuamos com dúvidas de como fazer esse levantamento de certezas provisórias e dúvidas temporárias.
Criamos um fórum para facilitar nossa troca de idéias. Mesmo que nosso grupo trabalhe na mesma escola, não dispõem de tempo para conversar sobre o projeto, o fórum facilitou este andamento.
Entramos em contato através do orkut com o filho de uma veranista que veraneia em Arroio Teixeira há mais de 50 anos e possui um álbum fotográfico riquíssimo de registros dos veraneios e junto relatos de fatos que contribuirão para nossa pesquisa.
Estivemos em contato com as fotografias e ouvimos alguns relatos, infelizmente o tempo da informante não nos possibilitou esperar uma oportunidade de poder escanear às fotos por ser um feriado e não dispormos desta tecnologia.
Ela voltou para Porto Alegre comprometida em nos enviar as fotos por e mail. Aguardamos dois finais de semana, nos informou que traria em CD e continuamos esperando.
Uma das nossas descobertas a partir dos encaminhamentos que realizamos foi de que as fotografias estão na mão dos veranistas. Então esse trabalho poderá evoluir nessa temporada de veraneio.
Nossa proposta é de buscar durante a temporada outras fontes de informação, já temos encaminhamentos para contato com um antigo veranista que é filho do primeiro loteador da Praia e também é jornalista. Nossas expectativas são muitas e seguiremos trabalhando durante as férias.
Considerações Finais
Trabalhar projetos de aprendizagem na proposta apresentada pela interdisciplina do Seminário Integrador e Projetos em Ação, foi uma novidade e também um desafio. Entender que a atividade tem o objetivo de nos apropriar de uma metodologia levou algum tempo, como estávamos muito preocupadas com o resultado da pesquisa, não conseguíamos nos dedicar ao processo da construção do projeto. Nossas certezas sempre respondiam nossas dúvidas, isso é uma evidência da nossa urgência de chegar a um resultado final. Estamos mais conscientes de que temos sim, que chegar a uma conclusão, ou não, mas que não podemos saber o resultado antes de realizar o processo, e que, este pode nos levar à descobertas bem diferentes das nossas certezas ou até não chegarmos a nenhuma certeza. Trabalhar com autoria de uma pesquisa está sendo um desafio grande, nossas dificuldades também são grandes. Atribuímos essas dificuldades a falta do exercício e nossa resistência ao novo. Estamos muito presos as consultas bibliográficas, não nos sentindo capazes de montar a nossa própria tese sobre um determinado tema embasado numa pesquisa de nossa autoria. Não avançamos muito na construção do projeto por toda essa desacomodação que está nos provocando, mas acreditamos que isso faz parte do conflito e que precisamos de mais tempo para acomodá-las. Temos claro que precisamos evoluir na compreensão dos conceitos e também evoluir na pesquisa, o desafio de ir para a rua, sair das quatro paredes.
Entendemos que a proposta é de nos apropriarmos de uma nova metodologia como uma alternativa de trabalho em sala de aula. Uma proposta que possibilita construir aprendizagens contemplando os diferentes interesses que nos deparamos no dia a dia das nossas salas de aula. Contemplar aprendizagens numa escola na diversidade que se apresenta, hoje, é o grande desafio. Vemos na metodologia apresentada uma alternativa possível.
Comments (3)
Nádie Christina Ferreira Machado-Spence said
at 11:36 am on Mar 30, 2009
Olá meninas!
Não sei que confusão que houve que no sidebar ao invés de links tem postagens dos Diários de Bordo. Acho que vocês podem organizar melhor os espaços e facilitar a navegação na página. O que vocês acham? Se tiverem alguma dificuldade ou quiserem sugestões, por favor, contem conosco (equipe do Seminário Integrador), ok?
Um carinhoso abraço a todas,
Profa. Nádie
Maria Cristina G. S. Bauer said
at 11:39 pm on Mar 31, 2009
Oi Nádie!
Consegui deletar a postagem que aparecia no Siderbar.
Acho que não estamos usando corretamente, precisamos de algumas dicas.
Beijos!!!
Eliana Ventorini said
at 6:31 pm on Apr 11, 2009
Meninas!
Tudo bem com vocês?
Estava navegando na side bar e penso que a página "Reflexão Elaine Menger" deveria estar mais acima, junto com as demais reflexões do grupo, e não junto com os Relatórios... pra não misturar...
Beijo grande e um ótimo domingo de Páscoa pra todas!
Profª Eliana
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